Empresas continuam à procura de novos espaços para trabalhar e de preferência com zonas de lazer
“Apesar da transformação digital e do teletrabalho, as empresas continuam a procurar novos espaços (com zonas de lazer para reforçar a interação social e o espírito de equipa), para que os colaboradores regressem ao espaço de escritório no curto prazo, acreditando que este é o local de desenvolvimento da empresa, ainda que adaptado à realidade”, considera Graça Ribeiro da Cunha, responsável pelo departamento de Offices & Retail da Predibisa, no OnOffice Market Report, sobre a situação no Porto.
O estatuto de elevada atratividade que a cidade do Porto tem presentemente nos mercados externos potencia a captação de investimentos estrangeiros para a região. Assim, a dinâmica atual do mercado escritórios é sustentada pelo surgimento de novos projetos, que trazem modernidade e uma qualidade superior à oferta existente e que vai de encontro às necessidades das empresas atuais com a rápida ocupação dos novos edifícios.
Entre os principais fatores de procura dos novos espaços de escritórios na região está sobretudo a necessidade de expansão de área (cerca de 56% das empresas); a mudança de instalações (31%) e a instalação de novas empresas na cidade do Porto (13%), que cresceu aproximadamente 40% comparativamente a 2019.
No entanto, a Predibisa alerta que, “neste início de 2021, com o novo período de confinamento geral, voltamos a sentir o adiamento na tomada de decisões. Contudo, com o programa de vacinação em curso, acreditamos que haverá mais confiança para as empresas retomarem e concretizarem os seus projetos no 2.º trimestre de 2021”, conclui. O ano 2020 terminou com uma performance positiva para a Predibisa, destacando-se enquanto líder na colocação de
escritórios no Grande Porto, contratualizando mais 11% de área de escritórios face a 2019 e comparativamente a todos os “players” que operam na região, com 23.091 m2 de área total colocada (cerca de 43% da área total contratada no ano).
Ano termina com uma queda de 17%
Devido à atual crise pandémica, o mercado de escritórios da região do Grande Porto fechou o ano de 2020 com um total de área contratada equivalente a 53.856 m2, o que representa uma redução de 17% (11.125 m2) comparativamente à área contratualizada no período homólogo em 2019 (64.981 m²).
De acordo com a Predibisa, apesar da redução da área contratada, registou-se um aumento da superfície média contratada por transação, mesmo com os resultados menos positivos registados no segundo e terceiro trimestres de 2020, decorrentes das medidas de confinamento obrigatório impostas em Portugal.
A cidade do Porto, e nomeadamente a zona do Central Business District da Boavista, é a responsável pelo maior número de operações registadas (16 no total) na área total de escritórios do Grande Porto (13.638 m2), seguindo-se o Central Business District – CBD da Baixa com 9576 m2; a zona Oriental com 8602 m2; Paranhos, com 7846 m2 e a ZEP (Zona Empresarial do Porto), com um total de 512 m2.
Ainda na região do Grande Porto, mas fora do centro da cidade, é na zona de Matosinhos, que se verificou o maior número de operações realizadas (11 no total, igual a uma área de 8185 m2); seguindo-se Vila Nova de Gaia, com 3933 m2 e cinco operações, e por último a Maia com apenas uma operação e 1564 m2 colocados.
Ainda ao nível da procura e número de operações, o setor das “TMT’s & Utilities” foi o mais ativo ao longo do último ano, responsável pela maior taxa de ocupação (27%) com um total de 13 operações registadas, seguindo-se o setor “Serviços Empresas” com 24% (sete operações realizadas) os “Outros Serviços”, com 17% (10 operações realizadas), e as empresas ligadas aos “Serviços Financeiros”, com 13%. De salientar que estes quatro setores são responsáveis por mais de 80% da área total contratada durante o ano 2020.
Entre os principais fatores de procura dos novos espaços de escritórios na região está sobretudo a necessidade de expansão de área (cerca de 56% das empresas); a mudança de instalações (31%) e a instalação de novas empresas na cidade do Porto (13%), que cresceu aproximadamente 40% comparativamente a 2019.
No entanto, a Predibisa alerta que, “neste início de 2021, com o novo período de confinamento geral, voltamos a sentir o adiamento na tomada de decisões. Contudo, com o programa de vacinação em curso, acreditamos que haverá mais confiança para as empresas retomarem e concretizarem os seus projetos no 2.º trimestre de 2021”, conclui. O ano 2020 terminou com uma performance positiva para a Predibisa, destacando-se enquanto líder na colocação de
escritórios no Grande Porto, contratualizando mais 11% de área de escritórios face a 2019 e comparativamente a todos os “players” que operam na região, com 23.091 m2 de área total colocada (cerca de 43% da área total contratada no ano).
Ano termina com uma queda de 17%
Devido à atual crise pandémica, o mercado de escritórios da região do Grande Porto fechou o ano de 2020 com um total de área contratada equivalente a 53.856 m2, o que representa uma redução de 17% (11.125 m2) comparativamente à área contratualizada no período homólogo em 2019 (64.981 m²).
De acordo com a Predibisa, apesar da redução da área contratada, registou-se um aumento da superfície média contratada por transação, mesmo com os resultados menos positivos registados no segundo e terceiro trimestres de 2020, decorrentes das medidas de confinamento obrigatório impostas em Portugal.
A cidade do Porto, e nomeadamente a zona do Central Business District da Boavista, é a responsável pelo maior número de operações registadas (16 no total) na área total de escritórios do Grande Porto (13.638 m2), seguindo-se o Central Business District – CBD da Baixa com 9576 m2; a zona Oriental com 8602 m2; Paranhos, com 7846 m2 e a ZEP (Zona Empresarial do Porto), com um total de 512 m2.
Ainda na região do Grande Porto, mas fora do centro da cidade, é na zona de Matosinhos, que se verificou o maior número de operações realizadas (11 no total, igual a uma área de 8185 m2); seguindo-se Vila Nova de Gaia, com 3933 m2 e cinco operações, e por último a Maia com apenas uma operação e 1564 m2 colocados.
Ainda ao nível da procura e número de operações, o setor das “TMT’s & Utilities” foi o mais ativo ao longo do último ano, responsável pela maior taxa de ocupação (27%) com um total de 13 operações registadas, seguindo-se o setor “Serviços Empresas” com 24% (sete operações realizadas) os “Outros Serviços”, com 17% (10 operações realizadas), e as empresas ligadas aos “Serviços Financeiros”, com 13%. De salientar que estes quatro setores são responsáveis por mais de 80% da área total contratada durante o ano 2020.
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