Importadores automóveis estudam impacto

Os importadores estão a estudar os impactos da pandemina na atividade. Ainda antes da declaração de estado de emergência, João Seabra, diretor-geral da Kia Portugal disse à “Vida Económica” que “a situação pode mudar a todo o momento de acordo com as diretrizes do Governo mas, por agora, a rede de concessionários Kia continua a funcionar tanto na vertente de vendas como de pós-venda embora com planos de contingência de modo a mitigar os perigos de contágios”.
“Estamos nesta altura a enfrentar esta nova realidade e ainda não temos dados que possam indicar qual real impacto a vários níveis”, disse responsável de comunicação da Mercedes-Benz Portugal, André Silveira.
“Estamos nesta altura a enfrentar esta nova realidade e ainda não temos dados que possam indicar qual real impacto a vários níveis”, disse responsável de comunicação da Mercedes-Benz Portugal, André Silveira.
“Em função do tempo que durar esta crise do Covid-19 assim tomaremos todas as medidas junto da nossa representada e dos nossos concessionários para poder ajustar os nossos objetivos de vendas à nova realidade do mercado pós-Covid-19”, acrescenta a mesma fonte.
O diretor de comunicação da Renault Portugal, Ricardo Oliveira, não consegue fazer previsões do impacto, mas indica que será, ao que tudo indica, forte. “Estamos precisamente a recensear a situação global da nossa rede sendo que temos indicadores que o abrandamento da atividade é notório a partir do final da semana passada [que terminou a 13 de março] e, nas condições atuais, certamente que esta situação se pode agravar. Neste momento não parece sequer possível avaliar toda a extensão do impacto económico até pela incógnita sobre o tempo de duração da atual situação”.
Pela SIVA, Ricardo Tomaz, responsável de marketing e comunicação informa que o tempo é de preparação de cenários. “Por agora, não registamos quebras imediatas nas vendas (mas a situação evolui dia a dia); é de prever que este contexto de incerteza afete a decisão de compra de automóvel. Estamos a preparar diversos cenários de impacto na nossa atividade, importador e retalho”, afirma.
“Em relação ao novo coronavírus, vai seguramente ter impacto na atividade, quer do distribuidor nacional, quer na rede de retalho. No entanto, nesta altura ainda não é possível quantificar”, refere, por sua vez, Victor Marques, porta-voz da Toyota Caetano Portugal.
O diretor de comunicação da Renault Portugal, Ricardo Oliveira, não consegue fazer previsões do impacto, mas indica que será, ao que tudo indica, forte. “Estamos precisamente a recensear a situação global da nossa rede sendo que temos indicadores que o abrandamento da atividade é notório a partir do final da semana passada [que terminou a 13 de março] e, nas condições atuais, certamente que esta situação se pode agravar. Neste momento não parece sequer possível avaliar toda a extensão do impacto económico até pela incógnita sobre o tempo de duração da atual situação”.
Pela SIVA, Ricardo Tomaz, responsável de marketing e comunicação informa que o tempo é de preparação de cenários. “Por agora, não registamos quebras imediatas nas vendas (mas a situação evolui dia a dia); é de prever que este contexto de incerteza afete a decisão de compra de automóvel. Estamos a preparar diversos cenários de impacto na nossa atividade, importador e retalho”, afirma.
“Em relação ao novo coronavírus, vai seguramente ter impacto na atividade, quer do distribuidor nacional, quer na rede de retalho. No entanto, nesta altura ainda não é possível quantificar”, refere, por sua vez, Victor Marques, porta-voz da Toyota Caetano Portugal.
