Deco Proteste recebe quase 44 mil reclamações
A Deco Proteste registou 43 908 reclamações, de janeiro a final de junho. Bens de consumo, comunicações eletrónicas e serviços financeiros ocuparam os primeiros lugares dos piores resultados, Cerca de 25% das reclamações respeitaram a situações relacionadas com o imobiliário (condomínio e arrendamento), fiscalidade ou Segurança Social.
Por sua vez, os bens de consumo reuniram um elevado número de queixas, com 8112 casos. Este setor, com um peso de 18% no seu total, apresentou como reclamações principais questões relacionadas com artigos defeituosos, atrasos na entrega e problemas do exercício do direito ao arrependimento. Algumas das empresas mais referidas foram a Worten, a PT Eletrónica e a FNAC, com 770, 485 e 199 casos, respetivamente. O setor das telecomunicações aparece no TOP 3, com maior número de reclamações. NOS, MEO e Vodafone, entre outros operadores de telecomunicações, totalizaram 5850 queixas. Problemas e falta de transparência na faturação, velocidade da internet e dificuldades sentidas ao querer alterar o operador foram as queixas mais apontadas pelos consumidores.
As reclamações recebidas sobre o setor da aviação mantiveram-se as mesmas: atrasos nos voos, cancelamentos de última hora e perda ou extravio de bagagens. A TAP lidera o número de ocorrências, com 871 casos, seguida da Easyjet, com 121 ocorrências, e a Ryanair, com 101, num total de 1401 queixas apresentadas. No que respeita aos serviços financeiros, que ocupa o 4º lugar nos setores mais reclamados (4088 contactos) é sobre as dificuldades sentidas na escolha e mudança de crédito, dos valores cobrados em comissões e na regularização de sinistros que os consumidores mais se queixam. Santander (107 casos), BPI (123 casos) e Novo Banco (91casos) são as entidades mais referenciadas.
As reclamações recebidas sobre o setor da aviação mantiveram-se as mesmas: atrasos nos voos, cancelamentos de última hora e perda ou extravio de bagagens. A TAP lidera o número de ocorrências, com 871 casos, seguida da Easyjet, com 121 ocorrências, e a Ryanair, com 101, num total de 1401 queixas apresentadas. No que respeita aos serviços financeiros, que ocupa o 4º lugar nos setores mais reclamados (4088 contactos) é sobre as dificuldades sentidas na escolha e mudança de crédito, dos valores cobrados em comissões e na regularização de sinistros que os consumidores mais se queixam. Santander (107 casos), BPI (123 casos) e Novo Banco (91casos) são as entidades mais referenciadas.
