Moradias da Pedras.coop com preços de 525 mil e 956 mil euros

Empreendimento Pedras.coop, lançado pela Mome, ficará na Praia de Lavadores, em Vila Nova de Gaia, e será composto por 13 habitações
As moradias da Pedras.coop, primeira cooperativa de habitação lançada pela Mome, apresenta preços que vão dos 525 mil euros aos 956 mil euros e áreas de úteis de 150 a 228 m2.
O empreendimento Pedras.coop, que se localizará próximo da Praia de Lavadores, em Vila Nova de Gaia, a poucos minutos do Porto, será composto por 13 habitações privadas, que se distinguem pela dimensão, disposição e área exterior. A construção deverá ser iniciada no primeiro trimestre do próximo ano, assim que a fase de montagem e adesão estejam fechadas. Contudo, de acordo com o comunicado enviado pelo promotor, já reuniu 70 por cento das manifestações de interesse necessárias para o início da construção.
“Localizado numa zona resguardada, mas próxima da cidade, este empreendimento beneficia de uma relação próxima com as paisagens marítima, fluvial e urbana”, refere.
De destacar que das 13 moradias que irão compor a cooperativa Pedras.coop, “seis delas serão casas-rio, que se destacam pela relação de multifuncionalidade entre os espaços e pelo exterior, que conta com uma área ajardinada que inclui uma pequena piscina. As restantes sete habitações do empreendimento serão casas-mar, com pelo menos 200 metros quadrados de área útil, com quatro suítes, piscina e jardim”.
O promotor refere que os materiais a ser utilizados na construção das 13 habitações, como o tijolo maciço, além de intemporais, não apresentam custos de manutenção, para que seja garantida sempre a harmonia e estado de conservação do conjunto de frações habitacionais.
Destaque, também, “para a vertente sustentável dos edifícios, com emissões quase nulas e um desempenho energético muito elevado. O pavimento radiante, a envolvente exterior opaca e translúcida, termicamente otimizada, e o elevado desempenho acústico são outras das características técnicas diferenciadoras das habitações. Além disso, sublinhe-se, ainda, que as garagens estão pré-dimensionadas para a instalação de carregadores para veículos elétricos.
Acrescente-se que as habitações foram desenhadas pela Cerejeira Fontes Architects.
Novos projetos em 2024
Criada em 2021, “a Mome disponibiliza soluções de habitação de qualidade superior a preço de custo – o que representa uma redução de cerca de 20 por cento relativamente aos preços de mercado atualmente praticados”, refere fonte da empresa.
Acrescenta, “a empresa destaca-se pela profissionalização, de forma pioneira, da gestão cooperativa, através de um modelo inovador e transparente”. Neste sentido, “a Mome responsabiliza-se por todas as fases da criação, desde a conceção à escritura de cada unidade – incluindo as etapas de montagem, análise de candidaturas e adesão, construção e entrega –, facilitando todos os passos e burocracias necessárias e assumindo-se como uma nova, mas real, solução no campo da habitação”, acrescenta.
Além da Pedras.coop, a MOME já está em fase de montagem de uma segunda cooperativa, a Hera.coop, no bairro do Carvalhido, no Porto. Os dois empreendimentos representam investimentos cooperativos que rondam, no total, os 40 milhões de euros. Destaca ainda que em 2024, a empresa irá lançar quatro novos projetos e visa, a partir daí, dinamizar cinco novas cooperativas por ano – o que, num horizonte de cinco anos, representará a construção de 1.500 novas casas, num total de investimento cooperativo de 700 milhões de euros.
“Localizado numa zona resguardada, mas próxima da cidade, este empreendimento beneficia de uma relação próxima com as paisagens marítima, fluvial e urbana”, refere.
De destacar que das 13 moradias que irão compor a cooperativa Pedras.coop, “seis delas serão casas-rio, que se destacam pela relação de multifuncionalidade entre os espaços e pelo exterior, que conta com uma área ajardinada que inclui uma pequena piscina. As restantes sete habitações do empreendimento serão casas-mar, com pelo menos 200 metros quadrados de área útil, com quatro suítes, piscina e jardim”.
O promotor refere que os materiais a ser utilizados na construção das 13 habitações, como o tijolo maciço, além de intemporais, não apresentam custos de manutenção, para que seja garantida sempre a harmonia e estado de conservação do conjunto de frações habitacionais.
Destaque, também, “para a vertente sustentável dos edifícios, com emissões quase nulas e um desempenho energético muito elevado. O pavimento radiante, a envolvente exterior opaca e translúcida, termicamente otimizada, e o elevado desempenho acústico são outras das características técnicas diferenciadoras das habitações. Além disso, sublinhe-se, ainda, que as garagens estão pré-dimensionadas para a instalação de carregadores para veículos elétricos.
Acrescente-se que as habitações foram desenhadas pela Cerejeira Fontes Architects.
Novos projetos em 2024
Criada em 2021, “a Mome disponibiliza soluções de habitação de qualidade superior a preço de custo – o que representa uma redução de cerca de 20 por cento relativamente aos preços de mercado atualmente praticados”, refere fonte da empresa.
Acrescenta, “a empresa destaca-se pela profissionalização, de forma pioneira, da gestão cooperativa, através de um modelo inovador e transparente”. Neste sentido, “a Mome responsabiliza-se por todas as fases da criação, desde a conceção à escritura de cada unidade – incluindo as etapas de montagem, análise de candidaturas e adesão, construção e entrega –, facilitando todos os passos e burocracias necessárias e assumindo-se como uma nova, mas real, solução no campo da habitação”, acrescenta.
Além da Pedras.coop, a MOME já está em fase de montagem de uma segunda cooperativa, a Hera.coop, no bairro do Carvalhido, no Porto. Os dois empreendimentos representam investimentos cooperativos que rondam, no total, os 40 milhões de euros. Destaca ainda que em 2024, a empresa irá lançar quatro novos projetos e visa, a partir daí, dinamizar cinco novas cooperativas por ano – o que, num horizonte de cinco anos, representará a construção de 1.500 novas casas, num total de investimento cooperativo de 700 milhões de euros.
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